Com o coração grande, cabe muita gente. Ele é livre de clichê, é singular. Sem epitáfios, ele está aqui. E nesta despedida, se torna eterno. Fisicamente sepultado, mas a alma é imortal.

Ele passou noites cuidadando de sonhos. E como bom amigo, já tinha o café preparado pela manhã. Com ele, histórias se contaram, pessoas voaram, portas se fecharam para a dor e o amor foi consumado.
Foi ali, no coração do Cine Belas Artes que assisti meu primeiro filme ao lado do namorido. Especial.

Por ter compartilhado da vida de tanta gente, ele se personifica. A perda de um membro da cidade.

Cine Belas Artes deixa uma família imensa, com filhos saudosos.

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